Bastos,

Anjos da Vida: 12 anos servindo com amor

10/04/2018 Caroline Bruneli 0 Comments


Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que 1,2 milhão de novos casos da doença devem surgir no Brasil entre 2018 e 2019. Só neste ano, a estimativa é que surjam 582 mil novos casos, sendo 300 mil em homens e 282 mil em mulheres. Sem dúvida os dados são alarmantes e mostram a importância de entidades que trabalham oferecendo suporte e apoio ao paciente.

A Associação dos Voluntários de Combate ao Câncer Anjos da Vida está há 12 anos atendendo pacientes de Bastos. A entidade, que se mantém por meio de doações realizadas por empresas e do trabalho incansável de voluntários, atende hoje na cidade cerca de 100 pacientes, oferecendo assistência, como transporte, acompanhamento, esclarecimento, medicamentos e o mais importante, acolhendo e oferecendo amor ao portador da doença.

"Quando iniciamos o trabalho voluntário de levar medicamentos,  suplemento alimentar e proporcionar uma consulta médica, não imaginávamos que o nosso trabalho iria além. A gente não tinha ideia que o nosso trabalho poderia ajudar as pessoas oferecendo um ombro amigo, apoiando os familiares e pacientes, e aprendemos muito um com o outro”, revela Sônia Lopes, fundadora da entidade e presidente recém-eleita do grupo.

Hoje contando com dezenas de voluntários extremamente dedicados e voltados para a causa social, o grupo realiza anualmente diversos eventos com o intuito de arrecadar recursos que são utilizados para comprar os mantimentos e medicamentos que são entregues aos pacientes. “É um trabalho em conjunto, onde outras entidades se mobilizam para nos ajudar, como Rotary, Lions, Igrejas, Hospital, além de empresários e cada cidadão bastense que prestigia os nossos eventos e que na compra de um pastel já nos ajuda muito. Somos muito gratos”, agradece a nova presidente.

Sem dúvida, é um trabalho árduo e incansável que não pode parar, por isso o grupo entra em uma nova fase na busca de novos voluntários com o intuito de aumentar o número de atendimentos. “Quanto mais pessoas envolvidas na causa, mais pacientes o grupo poderá atender, não apenas com medicamentos ou suplementos, mas com apoio, uma palavra de afeto, e amor”, explica Sônia. “É muito bom ser um voluntário do grupo, e quando a gente vê um paciente se recuperando é muito gratificante”, conta Neusa Maria Pessoa Augusto, voluntária que ajudou na fundação do grupo.

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